quarta-feira, 14 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
terça-feira, 16 de outubro de 2018
domingo, 14 de outubro de 2018
domingo, 9 de setembro de 2018
BAIÃO DO ASFALTO
Baião que faço que não fico só/ Juntando notas caio num
forró
O meu poema nordestino vem / De um Cariri de um Pajeú
também
E na viola que eu arrocho o nó
Baião de cearense que mora em Recife
Não sobe no salto, se ele vem do asfalto
Que importa enfim
Gonzagão fala alto, mas escuta Jobim
Da Paraíba vem a minha avó e potiguar mãe e avô que vêm
Do Maranhão povo do meu pai
De Pernambuco filhos querer bem
Um baião nesse tempo juntar os acordes
Vestir melodia e buscar harmonia
Moderno e tradição
Se fazer poesia galopar num baião..
ALLAN
SALES
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